quarta-feira, 29 de outubro de 2008

...Tem alguem ai


A realidade é representação de irrealidade!!!
E vice e versa!!
Há, tanto faz no fim ambas se anulam.
!!!

Sou fragmentos de realidade.
Pedaços desconexos de nada! Vazio?
Não matéria!
Resumo-me a apenas a pensamentos.
Leves como pedaços de alma.
...
Possuo uma maquina que obedece !? a esses impulsos.
É guiada por nada.
Entregue as vontades do vazio.
?!?

Sou impulsionado por algo?
Tenho sede.
Mas o que é sede?
Anseio por explicações.
Não sei por que o tenho.
???
Sou vazio.
Não, estou vazio?
Preciso ser preenchido.
Como preencher nada?
Com o que fazê-lo?
!?!

Sou uma montagem!
Não sei o que sou?
Receita –
Um pouco disso.
Uma pitada daquilo.
Misture tudo, reserve em um planeta por 70 anos.
A soma das partes!!!
Mas e os outros não são está soma também?
Sou eu ou sou outro?
??!

Sou algo!!!
Penso???
Ou penso que penso??!
Ou penso pensar que estou pensando?!!
Talvez apenas reproduza!!!
Sou um animal, uma maquina biológica guiada por um vazio.
Coitado...
Que acredita ser humano!

...
Sou alma?
Sou conhecimento?
Apenas sou?
Sou?
Ou?
?
!
.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

SERIA APENAS MAIS UM...


Seria apenas mais um perdido em meio à multidão.
Sozinho.
Igual a todos e diferente de tudo.
Trancado em meu pequeno mundo.
Longe da realidade.
Vivendo a individualidade sem entender a verdade.
Paralelo a objetividade, dentro de mim e confuso.
Pensando em mim mesmo esquecendo o mundo.

Seria apenas mais um ligado ao esterno, mas separado por um muro.
Sozinho.
Alto e robusto uma muralha.
Que não permite adentrar onde escondo o que sou.
A defesa de um homem frente a sua face.
Não mostra o que sente.
Não baixar a cabeça.
Parecer que é forte que nada lhe abala.
Ser humano, chorar como quem cala.
Dentro da muralha, a fortaleza.
Ser só mais um homem com suas fraquezas.

Seria apenas mais um, se negar o que sinto.
Sozinho.
Vontade de gritar.
Ser um desses fracos que se põem a chorar.
Mas quem que define o que é fraqueza.
Quero um mundo que possa colocar na mesa.
Minhas cartas, o que sou, o meu baralho.
Não esconder o que sinto, ser chamado de otário.
Por acredita que para o mundo á salvação.
Amém.
Não está em deuses, mas em decisões.

Seria apenas mais um, que acredita que o muro tem de ruir.
Sozinho.
Que a decisão tomada e ter de sair.
Esquecer de mim mesmo e pensar no lá fora.
E hora do “nós”, ir à forra.
Mas essa muralha e maior que a da china.
Atravessa desejos, sonhos e muitas sinas.

Seria apenas mais um, se já tivesse derrubado a minha muralha.
Sozinho.
Se acreditasse que o homem não falha.
Se pensasse que eu seria diferente.
Um pobre mortal um ser impotente.
Mas que bate todo dia em sua muralha.
E quem sabe um dia consiga sair.
Convidar outros a por suas muralhas para ruir.

Seria apenas mais um, e assim o sou.
Porem não mais sozinho...


segunda-feira, 6 de outubro de 2008

desejo de você


O brilho de teus olhos o doce de tua boca, a silhueta de teu corpo sem nem uma roupa.

O calor da respiração o sabor de teu suor, o desejo de meu corpo quando me encontro só.

O som de tua voz as batidas do coração, a lembrança de você quando escuto uma canção.

Uma paixão incontrolável muito além de um querer, tudo em minha vida e amar você.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

dividido


tenho um corpo, mas ñ tenho alma.

estou vivo, mas algo me falta.


lembro à alguns dias, eu tinha alegria.

mas esta se esvai, com o passar dos dias.


sou só a metade, um ser incompleto.

sinto uma falta, algo ñ esta certo.


em um mesmo mundo, mas em outro país.

está o que falta, o que me faz feliz.


como pode a distancia tanto doer.

um coraçao dividido que ñ quer bater.


meu corpo exige a outra metade.

meu coraçao teima, sem ela ñ bate.


sou refém de mim mesmo, de minha cabeça.

sempre a lembrar pra que nunca esqueça.


que a vida é vazia sem o seu amor.

sem teu corpo, e beijos, sem o seu calor.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

O quê muda? Será que muda? Eu to mudado?


diante dessa indagação sou levado a expor minha opinião mas o que seria essa mudança, é uma guinada?, uma nova forma de ser?, penso que como Gabriel o Pensador, um filosofo como Raul Seixas disse que; "quando agente muda o mundo muda com a gente, agente muda o mundo na mudança da mente, pois quando agente muda agente anda pra frente..... ", quando mudamos o pensamento todo o resto muda como uma exteriorização dessa mudança, mas a mudança, e creio que isso deve ser dito, não necessita ser algo extremamente radical, algumas vezes é necessario mas nem sempre, temos varios pensamentos é todos encontram-se encadeiados numa rede extremamente complexa, onde cada decisão tomada sofre a influencia pelo menos indireta desses emamranhado de conceitos que temos enraizados em nossa mente, logo uma pequena mudança faz a diferença em todos os outros pontos, cito esse fato para tentar elucidar, para mim é não para os outros, pequenas mudanças que geram ganhos extraordinarios, pode parecer loucura tanta besteira escrita, mas não to nem ai, "eu quero dizer, agora o oposto do que eu disse antes", pessoas contestam, pessoas atestam, e pessoas não estão nem ai!

Por que boicotar uma Olimpiada


Os boicotes funcionam? Não. Nos Jogos de 1976, em Montreal, a Tanzânia liderou um grupo de 28 países africanos contra o apartheid sul-africano. O apartheid, contudo, só terminou 18 anos depois, em 1994. Nas Olimpíadas de Moscou, em 1980, no auge da Guerra Fria, o boicote de 65 países, comandado pelos Estados Unidos, teve como pretexto a invasão do Afeganistão pela União Soviética, em 1979. Os soviéticos só saíram de lá em 1989. Hoje, depois do terror dos talibãs, quem está em Cabul são os americanos. Em 1984, nos Jogos de Los Angeles, foi a vez de o bloco comunista, liderado pelos soviéticos, tentar estragar a festa. Tentativa fracassada: foi a edição mais bem-sucedida economicamente da história, com cerca de US$ 223 milhões de lucro, nos primeiros jogos da era de ouro do marketing esportivo.
Quem sai perdendo? Em primeiro lugar os atletas. Depois, treinadores e torcedores, nessa ordem, resume o Pittsburgh Post-Gazzette. Na natação dos Jogos de 1980 o alemão-oriental Jörg Woithe ganhou a medalha de ouro nos 100 metros livres com o modesto tempo de 50s40. Três dias depois da final, lembra David Wallechinsky no livro The Complete Book of Summer Olympics, numa competição realizada nos Estados Unidos, o americano Rowdy Gaines venceu a prova com 50s19. Chris Cavanaugh, o segundo, fez 50s26. Ou seja: os melhores do mundo não estiveram em Moscou. Houve uma aberração: no hóquei feminino havia uma única equipe inscrita, a da União Soviética. De última hora surgiu a seleção do Zimbábue, que levaria o ouro.
Ante tantas perdas, quais são os argumentos para um boicote? Opressão, desrespeito aos direitos humanos e à liberdade de expressão. “Quem conseguirá aproveitar as Olimpíadas sabendo que monges são caçados em Lhasa?”, questiona o alemão Süddeutsche Zeitung ao tratar da política chinesa no Tibete.
O que diz o Dalai Lama? O líder espiritual tibetano, peça central do conflito com o governo de Pequim, disse ser contra o boicote. “Desde o princípio sempre apoiei as Olimpíadas”, afirmou. O Dalai teme, a rigor, que o boicote acirre os ânimos chineses.
Há alternativas ao boicote? Em termos. O caminho do meio – para usar uma expressão cara ao Dalai, que a usa para definir sua postura de apoio à autonomia do Tibete e não independência da China – é o boicote da cerimônia de abertura. A alemã Angela Merkel já disse que não comparecerá. Nicolas Sarkozy ameaça ter a mesma postura. Pouco adiantará.
Essa possibilidade preocupa os chineses? Oficialmente não. Zhan Yougxin, ministro das Relações Exteriores, afirma que “é uma festa de abertura, e não uma cúpula política”, anota a BBC. O incômodo causado no governo chinês pela saída do cineasta Steven Spielberg da curadoria do evento inaugural – em protesto contra o apoio chinês aos massacres em Darfour – indica desconforto.
Qual o temor dos países que repelem o boicote? Bater de frente com a economia que mais cresce no mundo.
Como têm reagido os patrocinadores dos Jogos? Com cautela. Marcas como Coca-Cola, McDonald’s e Volkswagen, entre outros que investiram centenas de milhões de dólares, têm demonstrado preocupação com a situação de Tibete e Darfur. Mesmo assim insistem em afastar-se de questões políticas, escreve a Newsweek. Em Olimpíadas passadas alguns rótulos tiveram problemas com ativistas. Como? Boicote aos produtos.

LINK DE ONDE FOI RETIRADA A MATERIA

Um só povo de varias nações.


Hoje me sinto estranho o que me leva a postar algo novo nesse espaço, acredito que estou um pouco inebriado com esse sentimento que me atingiu como o Tyson em seus bons tempos, mas isso não consegue apagar de minha cabeça uma reflexão que tenho acerca dessa historia chamada olimpíadas, antes de qualquer coisa gostaria de afirma que não sou um antipatriota é que amo minha nação assim como adoro competições esportivas, principalmente as de cunho esportiva, o que não suporto é essa “guerra fria” que vem sendo travada dia após dia no quadro de medalhas, que demonstra o sentido que as olimpíadas vem adquirindo a cada quadriênio que passa, tivemos a guerra ferrenha que era travada entre USA e URSS durante a guerra fria, e agora vemos essa mesma guerra sendo replicada com um dos antigos participantes os USA e a nova vedete do capitalismo a China, inúmeros são os artigos que são escritos mundo a fora a respeito desse fato, mas o que mais me causa indiguinação é o fato da imprensa oficial se fazer de rogada e não assumir a responsabilidade de divulgar tais fatos, não é meu objetivo, é nunca o foi, criticar os atletas que preparam-se durante anos para participarem desse evento, esse que inclusive terminam sendo apenas fantoches nas mão dos comitês olímpicos de cada pais, que na realidade utilizam-se deles para criarem fatos que refletem diretamente nas ações políticas, essas que realmente estão no jogo!
Desde a sua criação os jogos não tinham por essência a finalidade de unir as diversas nações em um só grito um só coração, mas de instigar a competição, e não digo aqui à competição sadia onde todos sairiam ganhadores pelo simples fato de participarem, mas a competição pra demonstrar que determinada nação, raça, é superior a outras, que seus habitantes são mais aptos, são mais fortes, mais rápidos, os jogos não foram elaborados com um caráter de difundir experiências aperfeiçoar técnicas dividir resultados, mas sim com um caráter seletivo, onde vemos nações que desenvolveram técnicas mais avançadas em determinado aspecto, não as revelarem por nada, pelo simples fato de quererem a medalha, posso está sendo hipócrita comigo mesmo ao pensar que eu nessa situação não agiria assim, creio ate que talvez sim, mas é isso que questiono, somos condicionados a competir, a formação que recebemos é pra competir, a máxima que os melhores sobrevivem é vivida a risca dia após dia, e os mais fracos, os desprovidos os como eu, estão condenados a desaparecerem, a não ganhar uma medalha, a amargurar os últimos lugares nos quadros de medalhas, a terem de se dobrar diante dos primeiros lugares, esse quadro de medalhas reflete com precisão o quadro global de desigualdades, vemos os países ditos “desenvolvidos” figurando sempre nos autos deste, e os subdesenvolvidos sempre na rabeta, você pode dizer e Cuba? Cuba é uma prova que podemos mudar isso com um pouco de vontade, não estou afirmando aqui que a solução é seguir o exemplo de Cuba, o que quero afirma é que não devemos seguir os outros exemplos! Um dia teremos olimpíadas onde não haverá medalhas nem competidores, teremos participantes é todos pelo simples fato de serem atletas serão vencedores! Somo um só povo de um único planeta, diferentes em costumes, estereótipos, mas iguais na essência!